Archive for the ‘amamentar’ Category

DVD Gama - Amamentação sem Mistério - Trailer

Monday, March 29th, 2010

A Gama - Grupo de Apoio à Maternidade acaba de lançar o DVD “Amamentação sem mistérios”.

Um competente time de pediatras e especialistas em amamentação apresenta de forma simples e didática as principais recomendações da Organização Mundial da Saúde e as mais recentes evidências científicas em aleitamento materno.
Enquanto explicam porque amamentar, mostram a importância do apoio, ensinam a pega correta do bebê e apresentam soluções para os problemas mais comuns. No pano de fundo entram em cena casos reais e depoimentos emocionantes de mulheres brasileiras sobre as dores e as delícias da amamentação.
Dividido em sete capítulos temáticos, “Amamentação sem mistério” é uma iniciativa do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (GAMA) que tem por objetivo informar e ajudar profissionais de saúde, grupos de poio e mães que amamentam.

Mais informações: http://www.maternidadeativa.com.br/aleitamento

YouTube - Amamentação sem Mistério - Trailer.

YouTube - La Teta… to give the breast is to give life…

Wednesday, March 17th, 2010

lindo filme sobre amamentação

YouTube - La Teta… to give the breast is to give life….

Salas de amamentação em empresas

Wednesday, March 3rd, 2010

Aprovada Portaria da Anvisa e Ministério da Saúde que tem por objetivo orientar a instalação de salas de apoio à amamentação em empresas públicas ou privadas e a fiscalização desses ambientes pelas vigilâncias sanitárias locais.

reportagem da VEJA: SOCIEDADE DE PEDIATRIA BRASILEIRA

Monday, October 19th, 2009

Bebês O novo “manual de instruções ”

“Papais e mamães, agradeçam aos avanços da pediatria: nunca foi tão simples cuidar das crianças pequenas. Basta estar atento aos sinais que elas nos dão, como mostra o primeiro guia da Sociedade Brasileira de Pediatria

Não faz tanto tempo assim, os manuais para pais de bebês tinham uma rigidez que lembrava a das regras disciplinares do Exército: “Dê de mamar de três em três horas”, “Se a criança não quer ficar no berço, feche a porta e deixe-a chorar”, “Evite ficar com o bebê muito tempo no colo para não mimá-lo demais”. Era um tal de faça isso, não faça aquilo, isso pode, aquilo não, que muitos pais se sentiam impotentes para cumprir tantas normas. Para não falar da ansiedade criada com prazos aparentemente inexplicáveis. Um deles: se o meninão ou a princesinha não tirassem a fralda até os 2 anos, podia ser sinal de que alguma coisa estava errada em seu desenvolvimento. Dois anos! Mas, em meio a tantas revoluções, há uma em curso também na pediatria. Não se via nada igual desde o século XIX, quando a saúde da criança foi transformada em especialidade médica. Os avanços nos conhecimentos sobre a fisiologia e a psicologia infantil e os progressos nos exames de imagem permitiram desvendar boa parte do funcionamento do organismo dos pequenos. E as notícias trazidas pela ciência do bebê são animadoras. “Na verdade, cuidar deles é bem mais simples do que se imaginava”, diz o pediatra Marcelo Reibscheid, médico do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Atualmente, as orientações para a primeiríssima infância baseiam-se, em sua maioria, em sinais emitidos pelos principais interessados. É o caso da fralda. Podem estar certos, mamãe e papai, de que em algum momento, até os 4 anos de idade, o fofinho ou a fofinha começarão a dar sinais de que não precisam mais de um bumbum tão forradinho.

Essa nova e mais serena visão sobre a vida não tão complicada (mas nem por isso muito tranquila) dos bebês está esmiuçada no primeiro guia elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, o mais completo já lançado no Brasil. Publicado pela editora Manole, Filhos, da Gravidez aos 2 anos de Idade tem 376 páginas de pura autoajuda. Está tudo ali: como lidar com o choro, regular o uso da chupeta e aliviar as cólicas do seu queridinho, entre outras recomendações. Um dos capítulos mais interessantes refere-se à amamentação. O guia reforça a importância do aleitamento materno, mas vai além, ao não estabelecer horários pétreos. Seus autores concluíram que, como o leite materno é digerido muito rapidamente e como dois bebês não costumam mamar no mesmo ritmo ou com a mesma intensidade, é impossível fixar um intervalo regular entre as mamadas. O que vale agora é a chamada “mamada guiada” - o bebê determina quando e quanto se alimentar, o que o ajuda também a controlar os mecanismos da saciedade. Quer ter uma ideia da mudança que isso significa? Dê uma folheada em A Vida do Bebê, de autoria do pediatra carioca Rinaldo De Lamare, considerado ainda por muitos a bíblia dos cuidados com os filhos pequenos. Lançado pela primeira vez em 1941, o manual está em sua 42ª edição e já ultrapassou 7 milhões de cópias. Sobre amamentação, a cartilha de De Lamare preconiza que o tempo entre uma mamada e outra deveria ficar entre duas e quatro horas. “Mamada guiada”: sim, você aí, pingando leite, terá de ficar à disposição, na base do “venha a mim a criancinha”.

A partir do momento em que foi possível flagrar o cérebro dos bebês em atividade e acompanhar seu desenvolvimento, os rumos da pediatria mudaram drasticamente. Até o início da década de 80, as orientações dos pediatras aos pais eram feitas, sobretudo, por meio da observação pura e simples do comportamento infantil. As recomendações atuais são mais precisas porque baseadas em informações comprovadas cientificamente. Cólicas, por exemplo: durante muito tempo, acreditou-se que as cólicas que castigam alguns bebês (e seus pais) nos primeiros três meses de vida eram consequência da má digestão. Disso resultavam receitas de remédios antigases. Pois não é nada disso. As dores abdominais são decorrentes da imaturidade do sistema nervoso central, que ainda não consegue coordenar os movimentos peristálticos do intestino. Ou seja, as cólicas são fruto das contrações irregulares da parede intestinal do bebê. Aos 31 anos, a nutricionista Andréa Santa Rosa tem três filhos - Felipe, de 10 meses; Nina, de 4 anos, e Pedro, de 6. As três crianças tiveram cólicas. Apesar da aflição pelo sofrimento que as dores acarretavam nos coitadinhos, Andréa nunca se desesperou. “O fato de eu saber que meus filhos tinham esse desconforto porque o sistema digestivo deles ainda não funcionava adequadamente me deixava menos ansiosa”, diz ela.

A alimentação dos bebês é outro capítulo em que ocorreram mudanças extraordinárias. Foi constatado que, como o sistema imunológico dos pequenos só amadurece por volta dos 2 anos, crianças com até essa idade são mais suscetíveis a alergias. Por isso, ao contrário do que se pregava antes, o leite de vaca deve ser evitado a todo custo, ao menos durante o primeiro ano de vida. E não adianta diluí-lo em água, de forma a torná-lo mais palatável ao bebê. Tal hábito está formalmente condenado pela Academia Americana de Pediatria desde o início dos anos 2000. Explica-se: o leite de vaca (diluído ou não) é riquíssimo em proteínas que o organismo dos bebês não está preparado para processar em quantidades elevadas. Quando as moléculas dessas proteínas caem na corrente sanguínea sem que tenham sido digeridas adequadamente, as células de defesa ainda imaturas do bebê podem identificá-las como agentes agressores e partir para o ataque. Resultado: pode aparecer um quadro de alergia alimentar. A descoberta de como o organismo reage ao leite em seus primeiros anos de vida propiciou o aperfeiçoamento das fórmulas infantis. Além das proteínas modificadas do leite de vaca, as versões mais modernas, lançadas no início dos anos 2000, contêm probióticos, as bactérias do bem que ajudam a regularizar o ritmo dos intestinos e reforçam o sistema imunológico.

Ao assoprar as velinhas de seu segundo aniversário, a criança terá somado cerca de 130 bilhões de neurônios. É a etapa em que o ser humano mais desenvolve células nervosas. Sem as experiências dos primeiros anos de vida, no entanto, eles são um livro praticamente em branco. “Os neurônios precisam de estímulos para que formem conexões fortes e amplas”, diz o pediatra Fernando Fernandes, da Universidade Federal de São Paulo. De acordo com os estudos do economista americano James Heckman, ganhador do Prêmio Nobel de 2000, quanto antes uma criança for estimulada, maior será a chance de ela se tornar um adulto bem-sucedido - com mais recursos cognitivos e emocionais para enfrentar a vida. Por estímulos, entenda-se desde o hábito de contar histórias até ouvir música e brincar com ela. Numa de suas pesquisas, Heckman demonstrou que uma criança de 8 anos que tenha tido sua memória estimulada aos 3, por meio de jogos, domina cerca de 12.000 palavras - o triplo de uma criança da mesma idade que não tenha recebido o mesmo incentivo. Um trabalho conduzido na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelou que os bebês que passam a maior parte de seu primeiro ano de vida no berço, sem muito contato físico com seus familiares, não se desenvolvem normalmente. Eles demoram a sentar e a andar. Ou seja, agrados e carinhos ajudam a fortalecer as conexões entre os neurônios, sobretudo aqueles responsáveis pelo equilíbrio e pela locomoção.

Estímulos em excesso, no entanto, podem fazer mal. Uma criança que é forçada a começar a escrever antes dos 5 anos tende a apresentar problemas de aprendizado. Um dos mais comuns é a troca do “p” pelo “b”. Até que ponto se deve exercitar um bebê? Voltemos aos preceitos da novíssima pediatria moderna: é ele que dará os sinais se papai e mamãe estão exagerando. “O interesse da criança é o melhor indicador da qualidade e da quantidade do estímulo oferecido”, diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Se o garotinho de 3 anos demonstra interesse em aprender a escrever o próprio nome, mas se recusa a se aventurar em outras palavras, os pais não devem forçá-lo. Ele está simplesmente dando a entender que não está maduro o suficiente para ir além. Em meados do século passado, o pediatra e psicanalista inglês Donald Winnicott (1896-1971), um dos pioneiros em ressaltar a importância dos primeiros anos de vida no desenvolvimento emocional do ser humano, costumava dizer que “a maternidade se configura pela capacidade inata de segurar um bebê”. Ao que os especialistas de hoje acrescentariam: e de observá-lo. E de respeitá-lo. Não se sinta excluído: isso também vale para você, papai.”

reportagem escrita por Marcelo Marthe e Naiara Magalhães, revista Veja, 14 de outubro de 2009

Sábado chuvoso em Sampa…

Friday, September 26th, 2008

… vamos ouvir uma boa história seguida de uma conversa gostosa!

*A incrível história de Lolo Barnabé-de Eva Furnari* contada por Kiara Terra e quem estiver presente!*
A História de Lolo é realmente incrível! Um homem da caverna criativo e inteligente que começa a inventar coisas e inventa tanto que acaba precisando da ajuda da mulher. Eles acabam abrindo um
lugar para trabalhar fora de casa. São tantas as invenções que eles inventam a escola para ter quem olhe as crianças! Até que um dia eles chegam ao stress. E toda a família senta em volta da fogueira para contar como tudo começou…

Nesse momento a mãe fala do parto, da amamentação, dos filhos e todos se aproximam.

O que agente precisa mesmo pra ser feliz?

Roda De conversa com a Matrice, Ação de Apoio à Amamentação, sobre ser mãe, ser filha, sobre o tempo com as crianças as exigências externas, consumo e claro amamentação!
Vai ser esse sábado, dia 27, às 16h na livraria Novesete.

Rua França Pinto, Número 97
http://www.livrarianovesete.com.br/
Uma livraria especializada em literatura infantil com café e espaço (galpão)que dá uma boa brincadeira para os pequenos.

Apóie a amamentação!

Monday, July 21st, 2008

Ao visitar o blog da Matrice, Ação de Apoio à Amamentação, não deixe de visitar a loja. Lá você encontra produtos feitos para a mãe que amamenta e ao comprá-los você está ajudando a sustentar o trabalho da Matrice. Matrice é um grupo de mães que apóiam outras mães na amamentação realizando reuniões semanais e promovendo ações de todo tipo para que mulheres possam encontrar o incentivo e as respostas que precisam para amamentar.

Acompanhe o trabalho da Matrice indo aos eventos ou comentando no blog. “… não existem regras na amamentação, existem trocas valiosas que nos ajudam a encontrar nossos próprios caminhos!”

PS.: Nós fazemos parte da Matrice.

viagem no tempo…. Slingada de Fevereiro de 2006

Saturday, July 19th, 2008

Estava quente… muitos bebês e slings coloridos. Na época, só vendíamos slings em aho-poí lisos com argolas em nylon (importadas). Todos que aparecem nas fotos são assim. É um bom sling… ainda temos o pano e usamos argolas de nylon sob pedido especial. Mas adoramos nossas argolas de alumínio tb. importadas e super-modernas além das combinações alegres e inspiradas da Re Pedrosa!

(1) Renata Pedrosa e Maria Paula; (2) Tatiana (São Carlos); (3) Relze (com Pedro); (4) Analy com Drika; (7) Chris Müller com a Bibi no sling; ( 8 ) Flavia G com a Ana Clara no sling; (9) Drika e Relze atrás e Pedro de sling laranja; (10) Relze com Pedro mamando no sling; (12) Renata Pedrosa com a Maria Paula no sling; (13) Pedro; (14) Ana Cris; (15) Drika de super-mãe com um no colo e outra no sling!

Dois meses a mais

Friday, October 19th, 2007

india

Hoje às onze da manhã vc pode falar em chat na G1 com Patricia Saboya (PDT-CE) -  a mulher do momento. A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou projeto de sua autoria que dá incentivos fiscais para empresas que ampliarem a licença-maternidade dos atuais quatro para seis meses.  A prorrogação da licença-maternidade acontece através do Programa Empresa Cidadã,  e a empresa que aderir voluntariamente ao projeto recebe incentivo fiscal.

“De acordo com a autora do projeto, a intenção é fazer com que a mãe tenha dois meses adicionais para amamentar o bebê e ampliar o vínculo afetivo”

A pergunta do momento é: “E isso vai ser bom pra mulher?” Se hoje já vemos tanto preconceito contra a mulher em idade reprodutiva (com ou sem filhos), se vemos mães sendo despedidas no momento que voltam da licença-maternidade, o quê podemos esperar dessa nova lei quando ela entrar em vigor?

Países  (Suecia) com licença-maternidade mais longa sentiram a necessidade de lançar campanhas de valorização da família tanto para impedir esse tipo de preconceito como para incentivar que as mães usem suas licenças. Por que não lançamos logo uma campanha: contrate uma mãe porque... porque ninguém entende como ela de multi-tasking… porque ela dá valor ao seu tempo longe dos filhos… porque ela tem motivos de sobra para fazer mais rápido, fazer melhor e não ter que refazer trabalho!

sling de vaca

Wednesday, August 29th, 2007

mu

“Mãe, daonde vem o leite?”

Perguntou B enquanto comia granola com leite.

“Da vaca, filha” – parei um instante. B andava percebendo que os alimentos vinham de plantas… feijão, do pé de feijão… a mexerica tinha até as folhas do ramo, não é, mamãe? E agora?“Esse é o leite que a vaca faz para seus bezerrinhos.” Expliquei.B parou com a colher e seus olhos se encheram de água. Senti um arrepio ao vê-la verdadeiramente emocionada. Era de tristeza pois algum bezerro ficaria sem leite ou emoção simples e pura por estar tomando do leite de outro ser vivo, outro mamífero? Nunca vou saber pois não dá para investigar assim os sentimentos de uma criança de quatro anos.

É melhor evitar a introdução de lacticínios até depois do primeiro ano de acordo com o Dr Sears, renomado pediatra americano. Caso você escolha não amamentar seu filho até essa idade, seu filho pode ser alimentado em copinho desde que nasce não precisando nunca pegar numa mamadeira.

Nunca? Sim, é possível e menos incomum que se imagina. Veja o depoimento desta mãe, advogada, que voltou ao trabalho logo depois de dar a luz e contou com a ajuda e experiência de outras mães para alimentar sua filha quando ela não estava por perto.

Mamadeiras são totalmente inúteis… são produtos de consumo, assim como nosso sampasling: você não precisa dele para ser mãe nem para amamentar. A diferença é que o sampasling não faz mal, não prejudica a arcada dentária, não atrapalha a fala, não desestimula a amamentação nem ameaça a produção da mãe.

Na dúvida, arranque a mamadeira do playmobil, engavete todas as mamadeiras e gaste seu suado dinheiro com slings, produtos orgânicos e cestas de piquenique.

Na dúvida, invista na amamentação, rodeie-se de fotos de bebê mamando e freqüente rodas de amamentação.

Na dúvida, faça um bezerrinho feliz e deixe seu leite em paz.

mudet

qual é sua escolha?

Thursday, August 16th, 2007

“Judith Warner, em seu livro “Perfect Madness”, afirma que “escolha é a palavra-fetiche da nossa geração.” Somos a geração que sente orgulho tanto em escalar altas esferas como em dedicar suas vidas a seus filhos; acreditamos que tudo é aceitável. Mas isso não é verdade. É bem difícil virar a noite quando se está amamentando. Sempre há pressão para se trabalhar mais. Assim, temos que abrir mão de alguma coisa. E se você é uma mulher com nível superior, isso geralmente significa negligenciar seus filhos ou sua carreira e sentir-se culpada em ambos casos.”

Extraído do artigo da Tara Bishop. Leia a íntegra aqui.