Archive for the ‘slings’ Category

Sling em diferentes culturas

Wednesday, December 16th, 2009

O sling é usado há séculos, de diferentes formas, em diferentes comunidades. Veja alguns exemplos:

País de Gales, c. 1920

Wales - Siol Fagu

Japão – final do século XIX

Retrato de ama negra com criança branca presa às costas. Fotógrafo não identificado. Bahia, c. 1870.

Acervo Instituto Moreira Salles

Retrato de ama negra com criança branca presa às costas.

Cartão postal de Rodolpho Lindemann. Salvador, BA, déc. de 1880.

Coleção Apparecido Jannir Salatini.

Itália, século XVIII

Papua Nova Guiné - Bilum

África - Khanga

Canadá - Amauti

OUTRAS IMAGENS:

Fontes:

http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/koutsoukos/4.html

http://aervilhacorderosa.com/2009/01/babywearing-2/#more-277

http://imagecache5.art.com/p/LRG/20/2051/WQT4D00Z/chiapas-lady-carrying-baby-in-rebozo-mexico.jpg

http://www.getyourhandsback.co.uk/slings-around-world/

http://img1.photographersdirect.com/img/12779/wm/pd375460.jpg

Sling seguro

Monday, November 23rd, 2009

Existem muitos slings no mercado, mas como saber se ele é seguro para carregar seu bebê? Veja no blog abaixo, muito completo e bem explicado:

 http://slingseguro.wordpress.com/

como conciliar maternidade com trabalho?

Friday, November 13th, 2009

 

Na revista Pais e Filhos deste mês saiu uma matéria muito interessante e polêmica com o pediatra José Martins Filho.
http://revistapaisefilhos.terra.com.br/
Nesta entrevista ele cita Winnicott para mostrar a importância do vínculo e contato entre mãe e bebê: “Winnicott diz que o bebê não existe sozinho. O bebê é ele e sua mãe. A criança não sabe que nasceu, ela vive uma simbiose com a mãe. Se você a separa precocemente, isso tem um significado negativo. Quando uma mulher precisa trabalhar, entra em pânico. E eu não quero que as mulheres se sintam culpadas. Quero que elas percebam como é necessário a gente lutar por condições melhores. Tem uma legislação, que também não é cumprida, que diz que empresas com mais de 30 mulheres tem de ter uma creche. Mas o que se faz? Em vez de ter uma creche no local de trabalho, paga-se uma creche muito longe. A mãe não tem como manter a amamentação, a creche perde a função.”
Este artigo me fez lembrar de uma matéria que saiu no Fantástico e que aparece aqui no nosso blog onde uma mãe só retornou ao trabalho quando conseguiu um emprego no qual podia levar o seu bebê e assim trabalhar com ele junto ao seu corpo - não preciso dizer que isso é possível quando a mãe usa o sling, e nesta matéria a mãe estava justamente usando um sling nosso!
Existe também um lindo exemplo de conciliar o trabalho com a maternidade; na redação da revista americana Mothering as mães trabalham com os filhos por perto; veja o slideshow que incrível:

foto da redação Mothering Magazine

Feliz Dia das Mães

Thursday, May 10th, 2007

Adoro conhecer mães recém-nascidas, ver o olhar embaçado pelo sono e pela incredulidade ao perceberem que existe um trabalho tão fantástico e exorbitante como esse. Sim, porque mãe é trabalho: pouco reconhecido, mal-remunerado e emocionalmente carregado. Quando você leva a sério, ganha o título levemente irônico de ‘super-mãe’ que insinua uma abnegação exagerada. Quando você delega demais acaba perdendo a autoria e se vê discutindo rotinas, horários, cardápios e sistemas de recompensa que funcionam meia-boca como o gerenciamento das empresas. De modo geral, acabamos torturadas entre dois extremos: não dá mais para ser só mãe, e deixar de sê-la, mesmo que por algumas horas por dia, poucas conseguem de verdade.
Conheço muitas mães que se realizaram usando slings: ganhando sua vida de volta sem deixar de dar colo e aconchego ao seu bebê. Eu fiz a mesma coisa. Hoje, no terceiro filho, não faço mais: minha felicidade e a do meu bebê é pouco, eu quero muito mais.
Não quero ver mães com bebês nos slings lavando pratos “porque é possível”. Mães com bebês subindo em ônibus, indo trabalhar porque com o sling ela pode atender ao seu bebê e exercer sua profissão ao mesmo tempo. Ela pode amamentar com discrição. Ela pode ninar o bebê enquanto sua mão mede um parapeito, rabisca uma idéia ou termina um relatório no computador. Em última análise, isso é muito bom para nós mesmas, mas não acrescenta nada ao já sobrecarregado papel de mãe.
Quero ver mães com bebês nos slings pedir mais tempo para poder simplesmente estar com seus bebês. Exigir creches e ambientes de trabalho customizados: ao longo do dia, pausas para maternagem.
Quero ver mães expressando seus sentimentos sem medo de perderem sua identidade – pois aquela mulher sem filhos não existe mais. Sem medo de nunca mais serem magras o suficiente, jovens o bastante, arrumadas e livres o bastante para voltarem ao mundo dos adultos… ao banco da frente do carro.
Quero ver mães com bebês nos slings levantarem bandeiras e defenderem causas.
Quero ver mães com bebês nos slings contribuírem para o país, dessa forma meio desmemoriada que às vezes falamos quando temos crianças pequenas, mas nem por isso menos válida. Quero tudo que uma mãe merece e ela merece muito.
Portanto, sim, você pode lavar roupa com seu bebê no sling… mas lave somente se quiser, pois você também pode voltar ao escritório. Mas volte se quiser, pois se não quiser, você pode dedicar-se a ser mãe e reinventar sua profissão, seu caráter, sua persona… como tantas fizemos.
E quem sabe nossos filhos e filhas não usem mais dicotomias: trabalho versus maternidade, individualidade versus doação, cabeleireiro versus praçinha, mas vejam a criação da próxima geração com parte da vida deste planeta. Ou quem sabe, nossos netos.

Fotos by mães orgulhosas de: Maria Paula, Teo, Julia, Bruna, Paola e Roseleninhas (Isabela, Bia e Helô)