Archive for the ‘colo’ Category

Lugar de criança é no colo

Monday, March 29th, 2010

texto colhido de A Ervilha cor de rosa, escrito por José Júlio César em 1922:

Se precisam de agasalhar ou conduzir ao colo uma criança, deitando-a sobre uma das pontas [da capucha] e passada a outra por baixo desta, levam as mães os filhinhos encostados ao coração, podendo levá-los sopesadas da cabeça e ombros, enfardados e estendidos quase como se estivessem no berço. Desta forma devia ter trazido a Virgem Mãe ao colo, envolto em seu manto, verdadeira capuchinha, o Deus Menino.
É tão cómodo e prático este modo de trazer e acalentar crianças que as mães, ou quem assim as leva, ficam com os movimentos livres para fazerem qualquer serviço, e até para conduzir qualquer coisa à cabeça. pois sabem aconchegar e enrolar os filhos de tal modo que podem fazer largos trajectos sem precisarem do auxílio das mãos e braços para os transportarem.

Bebê satisfeita no sling

Monday, February 22nd, 2010

Nossa cliente Patrícia mandou essas fotos da sua Alice no sling, olha só a carinha dela!!

 

Sling em diferentes culturas

Wednesday, December 16th, 2009

O sling é usado há séculos, de diferentes formas, em diferentes comunidades. Veja alguns exemplos:

País de Gales, c. 1920

Wales - Siol Fagu

Japão – final do século XIX

Retrato de ama negra com criança branca presa às costas. Fotógrafo não identificado. Bahia, c. 1870.

Acervo Instituto Moreira Salles

Retrato de ama negra com criança branca presa às costas.

Cartão postal de Rodolpho Lindemann. Salvador, BA, déc. de 1880.

Coleção Apparecido Jannir Salatini.

Itália, século XVIII

Papua Nova Guiné - Bilum

África - Khanga

Canadá - Amauti

OUTRAS IMAGENS:

Fontes:

http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/koutsoukos/4.html

http://aervilhacorderosa.com/2009/01/babywearing-2/#more-277

http://imagecache5.art.com/p/LRG/20/2051/WQT4D00Z/chiapas-lady-carrying-baby-in-rebozo-mexico.jpg

http://www.getyourhandsback.co.uk/slings-around-world/

http://img1.photographersdirect.com/img/12779/wm/pd375460.jpg

Colo materno e o desenvolvimento de prematuros

Saturday, November 7th, 2009
Contato do colo materno contribui no desenvolvimento de prematuros
O estilo “canguru” deixa o bebê mais aquecido e seguro e proporciona mais confiança aos pais
No aconchego do colo, os prematuros ganham, por dia, o dobro do peso obtido pelas crianças tratadas na incubadora
A figura da mãe canguru está se tornando comum nas maternidades brasileiras. Bebês prematuros desenvolvem-se mais rápido se trocam a incubadora pelo colo materno, quando apresentam certas condições clínicas de sobrevivência. Assim, eles se sentem aquecidos e crescem com mais segurança. Daí a expressão “mãe canguru”.
Os bebês prematuros vinculados ao colo de suas mães tendem a sofrer menos alterações nos batimentos cardíacos e nos níveis de oxigênio no sangue. Aquecidos pelo calor materno e embalados pelo pulsar do coração da mãe, os bebês cangurus não têm tanta dificuldade para respirar, o que é um dos maiores desafios de quem nasce antes do tempo. A respiração é muito mais tranquila e sem sobressaltos.
Ainda no aconchego do colo, os prematuros ganham, em média, o dobro do peso obtido por dia pelas crianças tratadas na incubadora. Quando a mãe é canguru, o período de internação hospitalar chega a ser reduzido pela metade.
Mas, essa não é uma tarefa simples para o hospital, que, para garantir essa assistência, precisa dispor de médicos em número suficiente para monitorar os bebês o tempo todo. Na maioria das maternidades públicas, incapazes de garantir tanta atenção, os médicos, por segurança, só colam a criança à mãe quando o bebê já respira sozinho, alimenta-se pela boca e pesa no mínimo 1,2 kg.
A “mãe canguru”, além de ser um gesto mais do que carinhoso, estabelece maior apego, segurança, incentivo ao aleitamento materno e melhor desenvolvimento da criança, evitando infecções hospitalares. Segundo a Dra. Nara Mattia, ginecologista e oncologista, “o método se desenvolve em três etapas: na primeira, os pais são estimulados pela equipe hospitalar a tocarem seu bebê que está dentro da incubadora”, conta. “Na segunda, é realizada uma avaliação das condições clínicas do bebê, principalmente em relação à respiração, para só assim os pais poderem fazer a posição ‘canguru’, em que o bebê fica apenas de fralda ‘amarrado’ no peito nu do pai ou da mãe”.
Essa decisão depende de uma série de circunstâncias, por exemplo, só quando o bebê está bem e estável, poderá ir ao alojamento conjunto, onde mãe e bebê permanecem 24 horas na posição “canguru”. O bebê não fica no berçário e é a mãe quem fará os cuidados, com supervisão da equipe do hospital.
Já a terceira etapa consiste na alta hospitalar, mas não do método. Depois de orientada e segura para cuidar sozinha do filho em casa, a mãe recebe permissão para fazer a posição em casa.
“Bastam alguns dias para que mamãe canguru perca o temor de pegar, mexer e cuidar do bebê. A segurança não é apenas psicológica. Longe de suas crianças, as mulheres que deram à luz precocemente têm dificuldade para manter a produção de leite. O contato físico constante com o bebê faz com que o cérebro da mãe estimule a glândula hipófise a produzir o hormônio responsável pelo controle da liberação de leite”, explica Dra. Nara.
Se o leite materno é essencial para a boa saúde de todas as crianças, o benefício para os prematuros não tem preço. Com o sistema imunológico ainda imaturo, o organismo deles não está preparado para combater as bactérias. A mãe, que já possui anticorpos contra esses germes, pode imunizar o filho através do leite.
No Brasil, diversas maternidades brasileiras já adotaram o método canguru e estão treinadas para atender nesse sistema. O método é eficiente, barato, diminui o tempo de internação e aumenta o vínculo entre mãe e filho. Os benefícios são tão evidentes que o Ministério da Saúde criou um projeto de incentivo ao método “canguru” em todos os hospitais conveniados ao Sistema Único de Saúde, o SUS. Os custos de um dia de incubadora beiram R$100 reais. Com o recém-nascido grudado à mãe, não chegam a 20% deste valor.
“Assim, todos saem ganhando: maternidades, as mães e principalmente os bebês”, comemora a médica.

Autor: Redação Delas - IG

Data: 28/9/2009

http://www.aleitamento.com/a_artigos.asp?id=4&id_artigo=2107&id_subcategoria=5

reportagem da VEJA: SOCIEDADE DE PEDIATRIA BRASILEIRA

Monday, October 19th, 2009

Bebês O novo “manual de instruções ”

“Papais e mamães, agradeçam aos avanços da pediatria: nunca foi tão simples cuidar das crianças pequenas. Basta estar atento aos sinais que elas nos dão, como mostra o primeiro guia da Sociedade Brasileira de Pediatria

Não faz tanto tempo assim, os manuais para pais de bebês tinham uma rigidez que lembrava a das regras disciplinares do Exército: “Dê de mamar de três em três horas”, “Se a criança não quer ficar no berço, feche a porta e deixe-a chorar”, “Evite ficar com o bebê muito tempo no colo para não mimá-lo demais”. Era um tal de faça isso, não faça aquilo, isso pode, aquilo não, que muitos pais se sentiam impotentes para cumprir tantas normas. Para não falar da ansiedade criada com prazos aparentemente inexplicáveis. Um deles: se o meninão ou a princesinha não tirassem a fralda até os 2 anos, podia ser sinal de que alguma coisa estava errada em seu desenvolvimento. Dois anos! Mas, em meio a tantas revoluções, há uma em curso também na pediatria. Não se via nada igual desde o século XIX, quando a saúde da criança foi transformada em especialidade médica. Os avanços nos conhecimentos sobre a fisiologia e a psicologia infantil e os progressos nos exames de imagem permitiram desvendar boa parte do funcionamento do organismo dos pequenos. E as notícias trazidas pela ciência do bebê são animadoras. “Na verdade, cuidar deles é bem mais simples do que se imaginava”, diz o pediatra Marcelo Reibscheid, médico do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Atualmente, as orientações para a primeiríssima infância baseiam-se, em sua maioria, em sinais emitidos pelos principais interessados. É o caso da fralda. Podem estar certos, mamãe e papai, de que em algum momento, até os 4 anos de idade, o fofinho ou a fofinha começarão a dar sinais de que não precisam mais de um bumbum tão forradinho.

Essa nova e mais serena visão sobre a vida não tão complicada (mas nem por isso muito tranquila) dos bebês está esmiuçada no primeiro guia elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, o mais completo já lançado no Brasil. Publicado pela editora Manole, Filhos, da Gravidez aos 2 anos de Idade tem 376 páginas de pura autoajuda. Está tudo ali: como lidar com o choro, regular o uso da chupeta e aliviar as cólicas do seu queridinho, entre outras recomendações. Um dos capítulos mais interessantes refere-se à amamentação. O guia reforça a importância do aleitamento materno, mas vai além, ao não estabelecer horários pétreos. Seus autores concluíram que, como o leite materno é digerido muito rapidamente e como dois bebês não costumam mamar no mesmo ritmo ou com a mesma intensidade, é impossível fixar um intervalo regular entre as mamadas. O que vale agora é a chamada “mamada guiada” - o bebê determina quando e quanto se alimentar, o que o ajuda também a controlar os mecanismos da saciedade. Quer ter uma ideia da mudança que isso significa? Dê uma folheada em A Vida do Bebê, de autoria do pediatra carioca Rinaldo De Lamare, considerado ainda por muitos a bíblia dos cuidados com os filhos pequenos. Lançado pela primeira vez em 1941, o manual está em sua 42ª edição e já ultrapassou 7 milhões de cópias. Sobre amamentação, a cartilha de De Lamare preconiza que o tempo entre uma mamada e outra deveria ficar entre duas e quatro horas. “Mamada guiada”: sim, você aí, pingando leite, terá de ficar à disposição, na base do “venha a mim a criancinha”.

A partir do momento em que foi possível flagrar o cérebro dos bebês em atividade e acompanhar seu desenvolvimento, os rumos da pediatria mudaram drasticamente. Até o início da década de 80, as orientações dos pediatras aos pais eram feitas, sobretudo, por meio da observação pura e simples do comportamento infantil. As recomendações atuais são mais precisas porque baseadas em informações comprovadas cientificamente. Cólicas, por exemplo: durante muito tempo, acreditou-se que as cólicas que castigam alguns bebês (e seus pais) nos primeiros três meses de vida eram consequência da má digestão. Disso resultavam receitas de remédios antigases. Pois não é nada disso. As dores abdominais são decorrentes da imaturidade do sistema nervoso central, que ainda não consegue coordenar os movimentos peristálticos do intestino. Ou seja, as cólicas são fruto das contrações irregulares da parede intestinal do bebê. Aos 31 anos, a nutricionista Andréa Santa Rosa tem três filhos - Felipe, de 10 meses; Nina, de 4 anos, e Pedro, de 6. As três crianças tiveram cólicas. Apesar da aflição pelo sofrimento que as dores acarretavam nos coitadinhos, Andréa nunca se desesperou. “O fato de eu saber que meus filhos tinham esse desconforto porque o sistema digestivo deles ainda não funcionava adequadamente me deixava menos ansiosa”, diz ela.

A alimentação dos bebês é outro capítulo em que ocorreram mudanças extraordinárias. Foi constatado que, como o sistema imunológico dos pequenos só amadurece por volta dos 2 anos, crianças com até essa idade são mais suscetíveis a alergias. Por isso, ao contrário do que se pregava antes, o leite de vaca deve ser evitado a todo custo, ao menos durante o primeiro ano de vida. E não adianta diluí-lo em água, de forma a torná-lo mais palatável ao bebê. Tal hábito está formalmente condenado pela Academia Americana de Pediatria desde o início dos anos 2000. Explica-se: o leite de vaca (diluído ou não) é riquíssimo em proteínas que o organismo dos bebês não está preparado para processar em quantidades elevadas. Quando as moléculas dessas proteínas caem na corrente sanguínea sem que tenham sido digeridas adequadamente, as células de defesa ainda imaturas do bebê podem identificá-las como agentes agressores e partir para o ataque. Resultado: pode aparecer um quadro de alergia alimentar. A descoberta de como o organismo reage ao leite em seus primeiros anos de vida propiciou o aperfeiçoamento das fórmulas infantis. Além das proteínas modificadas do leite de vaca, as versões mais modernas, lançadas no início dos anos 2000, contêm probióticos, as bactérias do bem que ajudam a regularizar o ritmo dos intestinos e reforçam o sistema imunológico.

Ao assoprar as velinhas de seu segundo aniversário, a criança terá somado cerca de 130 bilhões de neurônios. É a etapa em que o ser humano mais desenvolve células nervosas. Sem as experiências dos primeiros anos de vida, no entanto, eles são um livro praticamente em branco. “Os neurônios precisam de estímulos para que formem conexões fortes e amplas”, diz o pediatra Fernando Fernandes, da Universidade Federal de São Paulo. De acordo com os estudos do economista americano James Heckman, ganhador do Prêmio Nobel de 2000, quanto antes uma criança for estimulada, maior será a chance de ela se tornar um adulto bem-sucedido - com mais recursos cognitivos e emocionais para enfrentar a vida. Por estímulos, entenda-se desde o hábito de contar histórias até ouvir música e brincar com ela. Numa de suas pesquisas, Heckman demonstrou que uma criança de 8 anos que tenha tido sua memória estimulada aos 3, por meio de jogos, domina cerca de 12.000 palavras - o triplo de uma criança da mesma idade que não tenha recebido o mesmo incentivo. Um trabalho conduzido na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelou que os bebês que passam a maior parte de seu primeiro ano de vida no berço, sem muito contato físico com seus familiares, não se desenvolvem normalmente. Eles demoram a sentar e a andar. Ou seja, agrados e carinhos ajudam a fortalecer as conexões entre os neurônios, sobretudo aqueles responsáveis pelo equilíbrio e pela locomoção.

Estímulos em excesso, no entanto, podem fazer mal. Uma criança que é forçada a começar a escrever antes dos 5 anos tende a apresentar problemas de aprendizado. Um dos mais comuns é a troca do “p” pelo “b”. Até que ponto se deve exercitar um bebê? Voltemos aos preceitos da novíssima pediatria moderna: é ele que dará os sinais se papai e mamãe estão exagerando. “O interesse da criança é o melhor indicador da qualidade e da quantidade do estímulo oferecido”, diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Se o garotinho de 3 anos demonstra interesse em aprender a escrever o próprio nome, mas se recusa a se aventurar em outras palavras, os pais não devem forçá-lo. Ele está simplesmente dando a entender que não está maduro o suficiente para ir além. Em meados do século passado, o pediatra e psicanalista inglês Donald Winnicott (1896-1971), um dos pioneiros em ressaltar a importância dos primeiros anos de vida no desenvolvimento emocional do ser humano, costumava dizer que “a maternidade se configura pela capacidade inata de segurar um bebê”. Ao que os especialistas de hoje acrescentariam: e de observá-lo. E de respeitá-lo. Não se sinta excluído: isso também vale para você, papai.”

reportagem escrita por Marcelo Marthe e Naiara Magalhães, revista Veja, 14 de outubro de 2009

SLINGADA: 4 DE JULHO

Monday, June 22nd, 2009

PRÓXIMA SLINGADA:
Data: 4 de Julho
Horário: Das 15 às 18 h.
O que levar? Algo para o lanche.
Importante: Confirme presença até a véspera pelos telefones
2501-2434 e 8586-6094 com Tatiana.

Programação:
15:00 às 16:00hs: Troca de experiências sobre o uso do sling.
16:00 às 16:40hs: Vivência de Dança Materna, (mães e pais dançando com os bebês no sling).
16:40 às 17:30hs: Lanche e bate papo.

Endereço:
Rua Bartolomé Carducho, 402 - Vila Sônia/ Butantã.
Atenção: É a última casa da rua. A numeração é falha!

feira da água branca - sábado passado

Monday, August 4th, 2008

Nosso tipo de pai é esse aí de SampaSling vermelho. Ele vem acompanhado de bebê feliz, carregada com amor e mãe façeira de flor no cabelo.

 

Antecipando o Dia dos Pais, Parabéns, “papai da feira da água branca”, e parabéns a Nicole(bb) e Liviam (de flor no cabelo)!

Crédito da Foto: Ricardo, pai da Paola que viu a cena, e destacou nosso sling!

SampaSling Na Folha Equilíbrio hoje!

Thursday, July 31st, 2008

Por quê vendemos pantufinhas?

Friday, July 11th, 2008

Porque agora que está ficando frio, são os calçados ideais para pézinhos que saem do sling e começam a tocar o chão. Eles são macios e ao mesmo tempo protegem da sujeira porque são de camurça. São laváveis e duram bastante: já passei o par que ficou pequeno para uma amiga.

São especiais para bebês que andam de sling, dá para usar as pantufas ou tirá-las com facilidade e enfiá-las numa bolsa até eles quererem descer do sling. Eventualmente isso acontece… eles pedem chão!

O mais importante: o bebê consegue engatinhar e dar os primeiros passos quase como se estivesse descalço. Descalço é a nossa primeira opção, mas se você vai a um lugar onde ele vai querer pisar no chão, ou se você simplesmente está cansada de ouvir de estranhos: “Mamãe esqueceu o sapatinho, não foi?” As pantufinhas são uma ótima opção.

Veja em PRODUTOS as três opções de modelos e três cores disponíveis nos tamanhos P (tam. 16/18 - 3 meses), M (tam. 18/20 - 6 meses) e G (tam. 21/22 - 12 meses).

Vocês são nossa melhor referência!

Wednesday, April 16th, 2008

“…escrevo para parabenizar vcs pelo excelente produto. Minha filha se adaptou super bem. Adora tirar uma soneca no seu sling. Quando saio com ela na rua, todo mundo pergunta, acha o produto incrível. Passeamos num shopping em Belo Horizonte, e várias pessoas pediram o contato de vcs… estou enviando uma foto da minha filha no sling.”

J, o que mais gostamos de sentir é que para você carregar seu bebê no sling é tão gostoso como foi para nós! É isso que faz a gente continuar reinventando slings aqui no SampaSling!

Obrigada

Analy e Renata