Archive for the ‘conforto’ Category

Bebê satisfeita no sling

Monday, February 22nd, 2010

Nossa cliente Patrícia mandou essas fotos da sua Alice no sling, olha só a carinha dela!!

 

reportagem da VEJA: SOCIEDADE DE PEDIATRIA BRASILEIRA

Monday, October 19th, 2009

Bebês O novo “manual de instruções ”

“Papais e mamães, agradeçam aos avanços da pediatria: nunca foi tão simples cuidar das crianças pequenas. Basta estar atento aos sinais que elas nos dão, como mostra o primeiro guia da Sociedade Brasileira de Pediatria

Não faz tanto tempo assim, os manuais para pais de bebês tinham uma rigidez que lembrava a das regras disciplinares do Exército: “Dê de mamar de três em três horas”, “Se a criança não quer ficar no berço, feche a porta e deixe-a chorar”, “Evite ficar com o bebê muito tempo no colo para não mimá-lo demais”. Era um tal de faça isso, não faça aquilo, isso pode, aquilo não, que muitos pais se sentiam impotentes para cumprir tantas normas. Para não falar da ansiedade criada com prazos aparentemente inexplicáveis. Um deles: se o meninão ou a princesinha não tirassem a fralda até os 2 anos, podia ser sinal de que alguma coisa estava errada em seu desenvolvimento. Dois anos! Mas, em meio a tantas revoluções, há uma em curso também na pediatria. Não se via nada igual desde o século XIX, quando a saúde da criança foi transformada em especialidade médica. Os avanços nos conhecimentos sobre a fisiologia e a psicologia infantil e os progressos nos exames de imagem permitiram desvendar boa parte do funcionamento do organismo dos pequenos. E as notícias trazidas pela ciência do bebê são animadoras. “Na verdade, cuidar deles é bem mais simples do que se imaginava”, diz o pediatra Marcelo Reibscheid, médico do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Atualmente, as orientações para a primeiríssima infância baseiam-se, em sua maioria, em sinais emitidos pelos principais interessados. É o caso da fralda. Podem estar certos, mamãe e papai, de que em algum momento, até os 4 anos de idade, o fofinho ou a fofinha começarão a dar sinais de que não precisam mais de um bumbum tão forradinho.

Essa nova e mais serena visão sobre a vida não tão complicada (mas nem por isso muito tranquila) dos bebês está esmiuçada no primeiro guia elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, o mais completo já lançado no Brasil. Publicado pela editora Manole, Filhos, da Gravidez aos 2 anos de Idade tem 376 páginas de pura autoajuda. Está tudo ali: como lidar com o choro, regular o uso da chupeta e aliviar as cólicas do seu queridinho, entre outras recomendações. Um dos capítulos mais interessantes refere-se à amamentação. O guia reforça a importância do aleitamento materno, mas vai além, ao não estabelecer horários pétreos. Seus autores concluíram que, como o leite materno é digerido muito rapidamente e como dois bebês não costumam mamar no mesmo ritmo ou com a mesma intensidade, é impossível fixar um intervalo regular entre as mamadas. O que vale agora é a chamada “mamada guiada” - o bebê determina quando e quanto se alimentar, o que o ajuda também a controlar os mecanismos da saciedade. Quer ter uma ideia da mudança que isso significa? Dê uma folheada em A Vida do Bebê, de autoria do pediatra carioca Rinaldo De Lamare, considerado ainda por muitos a bíblia dos cuidados com os filhos pequenos. Lançado pela primeira vez em 1941, o manual está em sua 42ª edição e já ultrapassou 7 milhões de cópias. Sobre amamentação, a cartilha de De Lamare preconiza que o tempo entre uma mamada e outra deveria ficar entre duas e quatro horas. “Mamada guiada”: sim, você aí, pingando leite, terá de ficar à disposição, na base do “venha a mim a criancinha”.

A partir do momento em que foi possível flagrar o cérebro dos bebês em atividade e acompanhar seu desenvolvimento, os rumos da pediatria mudaram drasticamente. Até o início da década de 80, as orientações dos pediatras aos pais eram feitas, sobretudo, por meio da observação pura e simples do comportamento infantil. As recomendações atuais são mais precisas porque baseadas em informações comprovadas cientificamente. Cólicas, por exemplo: durante muito tempo, acreditou-se que as cólicas que castigam alguns bebês (e seus pais) nos primeiros três meses de vida eram consequência da má digestão. Disso resultavam receitas de remédios antigases. Pois não é nada disso. As dores abdominais são decorrentes da imaturidade do sistema nervoso central, que ainda não consegue coordenar os movimentos peristálticos do intestino. Ou seja, as cólicas são fruto das contrações irregulares da parede intestinal do bebê. Aos 31 anos, a nutricionista Andréa Santa Rosa tem três filhos - Felipe, de 10 meses; Nina, de 4 anos, e Pedro, de 6. As três crianças tiveram cólicas. Apesar da aflição pelo sofrimento que as dores acarretavam nos coitadinhos, Andréa nunca se desesperou. “O fato de eu saber que meus filhos tinham esse desconforto porque o sistema digestivo deles ainda não funcionava adequadamente me deixava menos ansiosa”, diz ela.

A alimentação dos bebês é outro capítulo em que ocorreram mudanças extraordinárias. Foi constatado que, como o sistema imunológico dos pequenos só amadurece por volta dos 2 anos, crianças com até essa idade são mais suscetíveis a alergias. Por isso, ao contrário do que se pregava antes, o leite de vaca deve ser evitado a todo custo, ao menos durante o primeiro ano de vida. E não adianta diluí-lo em água, de forma a torná-lo mais palatável ao bebê. Tal hábito está formalmente condenado pela Academia Americana de Pediatria desde o início dos anos 2000. Explica-se: o leite de vaca (diluído ou não) é riquíssimo em proteínas que o organismo dos bebês não está preparado para processar em quantidades elevadas. Quando as moléculas dessas proteínas caem na corrente sanguínea sem que tenham sido digeridas adequadamente, as células de defesa ainda imaturas do bebê podem identificá-las como agentes agressores e partir para o ataque. Resultado: pode aparecer um quadro de alergia alimentar. A descoberta de como o organismo reage ao leite em seus primeiros anos de vida propiciou o aperfeiçoamento das fórmulas infantis. Além das proteínas modificadas do leite de vaca, as versões mais modernas, lançadas no início dos anos 2000, contêm probióticos, as bactérias do bem que ajudam a regularizar o ritmo dos intestinos e reforçam o sistema imunológico.

Ao assoprar as velinhas de seu segundo aniversário, a criança terá somado cerca de 130 bilhões de neurônios. É a etapa em que o ser humano mais desenvolve células nervosas. Sem as experiências dos primeiros anos de vida, no entanto, eles são um livro praticamente em branco. “Os neurônios precisam de estímulos para que formem conexões fortes e amplas”, diz o pediatra Fernando Fernandes, da Universidade Federal de São Paulo. De acordo com os estudos do economista americano James Heckman, ganhador do Prêmio Nobel de 2000, quanto antes uma criança for estimulada, maior será a chance de ela se tornar um adulto bem-sucedido - com mais recursos cognitivos e emocionais para enfrentar a vida. Por estímulos, entenda-se desde o hábito de contar histórias até ouvir música e brincar com ela. Numa de suas pesquisas, Heckman demonstrou que uma criança de 8 anos que tenha tido sua memória estimulada aos 3, por meio de jogos, domina cerca de 12.000 palavras - o triplo de uma criança da mesma idade que não tenha recebido o mesmo incentivo. Um trabalho conduzido na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelou que os bebês que passam a maior parte de seu primeiro ano de vida no berço, sem muito contato físico com seus familiares, não se desenvolvem normalmente. Eles demoram a sentar e a andar. Ou seja, agrados e carinhos ajudam a fortalecer as conexões entre os neurônios, sobretudo aqueles responsáveis pelo equilíbrio e pela locomoção.

Estímulos em excesso, no entanto, podem fazer mal. Uma criança que é forçada a começar a escrever antes dos 5 anos tende a apresentar problemas de aprendizado. Um dos mais comuns é a troca do “p” pelo “b”. Até que ponto se deve exercitar um bebê? Voltemos aos preceitos da novíssima pediatria moderna: é ele que dará os sinais se papai e mamãe estão exagerando. “O interesse da criança é o melhor indicador da qualidade e da quantidade do estímulo oferecido”, diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Se o garotinho de 3 anos demonstra interesse em aprender a escrever o próprio nome, mas se recusa a se aventurar em outras palavras, os pais não devem forçá-lo. Ele está simplesmente dando a entender que não está maduro o suficiente para ir além. Em meados do século passado, o pediatra e psicanalista inglês Donald Winnicott (1896-1971), um dos pioneiros em ressaltar a importância dos primeiros anos de vida no desenvolvimento emocional do ser humano, costumava dizer que “a maternidade se configura pela capacidade inata de segurar um bebê”. Ao que os especialistas de hoje acrescentariam: e de observá-lo. E de respeitá-lo. Não se sinta excluído: isso também vale para você, papai.”

reportagem escrita por Marcelo Marthe e Naiara Magalhães, revista Veja, 14 de outubro de 2009

Pra não dizer que não falei dos carrinhos…

Thursday, July 19th, 2007

caar

A evolução dos carrinhos de bebê acaba de passar pelo designer Philippe Starck e o resultado é o Maclaren Starck 2007. Leve, é recomendado a partir dos 6 meses e mais parece um carrinho de feira com um bb de carranca que um carrinho de bebê propriamente dito.

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  Mas o que você realmente pode fazer com um carrinho de bebê que é divertido e ajuda a perder o peso pós-parto é stroller skating (patinação com carrinhos). Nos Eua existem rinks de patinação como esse no Texas com horários reservados para mms, bebês e seus carrinhos de bebê. Se seu estilo é mais street: tente a versão embaixo, sobre skate.

Pronto, mostramos nossa apreciação por carrinhos de bebê mas continuamos achando que lugar de bebê é no colo. Para terminar citamos um trecho deste artigo do Washington Post que relata o impacto da venda de carrinhos de bb na Kenya, onde babywearing é a norma .

“O carrinho é especialista em afastar seu bebê de você,” afirma Frank Njenga, um psiquiatra infantil de Nairobi, capital da Kenya. “O bebê no corpo da mãe realmente acompanha a mãe usufruindo de conforto e calor. O bebê sente-se seguro e pessoas mais seguras são mais felizes.”

Tipóia indígena

Wednesday, July 4th, 2007

tipoia

Usamos esta tipóia indígena emprestada na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Fredi adorou e eu também: de perto a trama é super aberta e o fio bem macio. Ela foi comprada há alguns anos na loja da Funarte aqui em São Paulo. Obrigada mãe do Lucas e do Teo!

O Beabá do Sling

Friday, June 15th, 2007

b1

O sling foi feito pensando no Adulto

Seu bebê pode ficar no colo o tempo que quiser pois seu peso é distribuído gentilmente sobre ombros e costas e você ainda fica com os braços livres para fazer tarefas do dia-a-dia: colocar roupa na máquina de lavar, ler emails, pentear os cabelos ou atender ao filho mais velho!

O sling foi feito pensando no Bebê

Bebê gosta (e precisa) mesmo é de colo. Ao contrário dos outros ítens de uma lista de gestante (carrinho, moisés, berço, bebê-conforto) o sling é o único que atende à necessidade que o bebê tem de contato físico.

Lugar de bebê é no Colo

Bebês que permanecem junto ao calor dos pais choram menos, são mais relaxados e se tornam crianças mais independentes.

Dormir bem

Numa rede nosso corpo fica todo apoiado de modo tão confortável que até dormimos. Isso é o que acontece com bebês slingados: coluna bem apoiada e sono bom.

Exosgestação

A verdadeira gestação dura nove meses dentro e nove nos braços que é o tempo que o bebê leva em média para engatinhar. Durante seus primeiros noves meses de vida seu bebê depende basicamente de você para se movimentar e descarregar energias. Um bebê carregado durante o dia aprende mais e dorme melhor à noite.

Funcionalidade

O sling pode ser usado desde o começo porque não força a coluna do bebê a ficar na posição vertical antes do tempo. O sling pode ser usado até a criança ter 12kgs ou enquanto o adulto aguentar. Com crianças maiores, que já andam, é uma ótima forma de “voltar” de passeios mais longos.

camuflado

Monday, February 19th, 2007


Para combinar com a visita ao zoológico… nada melhor do que usar o lado camuflado. Apesar do calor intenso deste carnaval, o nosso Sampa Sling mostrou-se super agradável tanto para bebê quanto para papai. Achamos que o fato de ser duplo funciona como isolante térmico. Precisamos tirar isso a limpo… vamos dar uma de myth busters!