Archive for the ‘maternidade’ Category

Lista de discussões na internet

Monday, June 28th, 2010

Você está grávida? Seu bebê nasceu recentemente e você tem milhões de dúvidas?

Entre na lista da Materna / Matrice e aprenda muito com outras mães de todo o Brasil (e algumas que moram fora também). Questões como amamentação, parto natural x cesárea, dicas, conselhos e apoio às mães que estão estreando nesse papel.

Vida Digital

Wednesday, February 24th, 2010

Você fica na internet o tempo todo à procura de conselhos sobre como cuidar do seu filho? Segundo essa reportagem do jornal O Estado de São Paulo, essa é a nova realidade das mães blogueiras:

Leia a matéria na íntegra: http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,vida-digital-maes-blogueiras,3421,0.shtm

Babies - filme/documentário

Monday, February 22nd, 2010

Babies é o nome do novo filme/documentário, distribuido pela Focus Films e com data de estreia nos Estados Unidos para Abril deste ano.

Muito interessante ver o nascimento e acompanhar o primeiro ano de quatro bebês, um da Namíbia, uma do Japão, outro da Mongolia e o quarto dos EUA. Enquanto não chega o filme, aqui fica o trailer:

You need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video">You need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video

E o sling, sempre presente!

Perda Gestacional

Friday, February 19th, 2010

Perda gestacional

Aspectos da vivência emocional no processo de perda gestacional

Em nossa sociedade, há uma tendência em não se reconhecer a experiência de luto que o aborto traz consigo, dificultando, assim, que ele possa ser vivenciado por quem o sofre, para ser elaborado. Muitas vezes, a própria mulher que vivencia o aborto tenta negar para si mesma a importância desse evento, visando, desta maneira, evitar o sofrimento.”

Leia mais em http://claudiacollucci.blog.uol.com.br/

Você sabe o que significa doula?

Wednesday, February 17th, 2010

O que significa “doula”

A palavra “doula” vem do grego “mulher que serve”. Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.

Antigamente a parturiente era acompanhada durante todo o parto por mulheres mais experientes, suas mães, as irmãs mais velhas, vizinhas, geralmente mulheres que já tinham filhos e já haviam passado por aquilo. Depois do parto, durante as primeiras semanas de vida do bebê, estavam sempre na casa da mulher parida, cuidando dos afazeres domésticos, cozinhando, ajudando a cuidar das outras crianças.

Conforme o parto foi passando para a esfera médica e nossas famílias foram ficando cada vez menores, fomos perdendo o contato com as mulheres mais experientes. Dentro de hospitais e maternidades, a assistência passou para as mãos de uma equipe especializada: o médico obstetra, a enfermeira obstétrica, a auxiliar de enfermagem, o pediatra. Cada um com sua função bastante definida no cenário do parto.

O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.

O ambiente impessoal dos hospitais, a presença de grande número de pessoas desconhecidas em um momento tão íntimo da mulher, tende a fazer aumentar o medo, a dor e a ansiedade. Essas horas são de imensa importância emocional e afetiva, e a doula se encarregará de suprir essa demanda por emoção e afeto, que não cabe a nenhum outro profissional dentro do ambiente hospitalar.

O que a doula faz?

Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.

Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..

Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.

A doula e o pai ou acompanhante

A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto, muito pelo contrário. O pai muitas vezes não sabe bem como se comportar naquele momento. Não sabe exatamente o que está acontecendo, preocupa-se com a mulher, acaba esquecendo de si próprio. Não sabe necessariamente que tipo de carinho ou massagem a mulher está precisando nessa ou naquela fase do trabalho de parto.

Eventualmente o pai sente-se embaraçado ao demonstrar suas emoções, com medo que isso atrapalhe sua companheira. A doula vai ajudá-lo a confortar a mulher, vai mostrar os melhores pontos de massagem, vai sugerir formas de prestar apoio à mulher na hora da expulsão, já que muitas posições ficam mais confortáveis se houver um suporte físico.

O que a doula não faz?

A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões.

Vantagens

As pesquisas têm mostrado que a atuação da doula no parto pode:

diminuir em 50% as taxas de cesárea

diminuir em 20% a duração do trabalho de parto

diminuir em 60% os pedidos de anestesia

diminui em 40% o uso de oxitocina

diminui em 40% o uso de forceps

Embora esses números refiram-se a pesquisas no exterior, é muito provável que os números aqui sejam tão favoráveis quanto os acima mostrados.

Ana Cris Duarte

Doulas.com.br

Bem sucedida é a minha babá

Friday, February 12th, 2010

por  Tetê Pacheco05 de fevereiro, 2010

NOSSAS REALIZAÇÕES PROFISIONAIS NÃO PODEM SER A ÚNICA MEDIDA DO NOSSO SUCESSO

Nós, mulheres, tivemos conquistas importantes nas últimas décadas. Sem dúvida. Conquistamos um super espaço no mercado de trabalho, o direito de ganhar o mesmo (ou mais) que nossos colegas do sexo masculino, não precisamos mais do casamento para nos representar, damos palestras, entrevistas, recebemos promoções, lotamos mesas de reunião, andamos pelo mundo com a confiança que só quem comanda seu próprio cartão de crédito tem. Enfim, somos umas vencedoras. Certo?

Não responda tão rápido. Acreditar que temos uma vida bem sucedida medindo nossas realizações profissionais é um equívoco. Estamos usando o modelo de performance masculino . Horas e horas de dedicação ao mundo objetivo e pouco tempo dedicado ao que realmente nos dá poder, o mundo subjetivo, sensorial. Estamos deixando de lado o poder de jogar alguém de joelhos pelo nosso pudim, entendem?

Não falo do trabalho doméstico que detestamos, lavar pratos, roupas, essas coisas. Esse todo mundo numa família tem de aprender a dividir. Falo do encantamento que só está ao alcance do ser feminino, com toda a sua intuição e generosidade. Difícil?Falo de passar mais tempo com nossos filhos que crescem mais rápido que grama. Corrigindo, não apenas passar o tempo, mas aproveitar o tempo com eles.

Nesse momento, me encontro em São Paulo, atolada em trabalho. Meus filhos estão na praia com a avó. Para ajudá-la, mandei nossa maravilhosa babá, Lulu. Amo a Lulu. Tanto que estou deixando para ela o que tenho de melhor. Um mês na praia, com tudo pago, mais um salarião. A tarefa? Cuidar das duas criaturas mais deliciosas do mundo pra mim. Relativize um pouco e me diga: quem é a pessoa bem-sucedida em questão?

TETÊ PACHECO É PÓS-DOUTORADA EM BENTO E OTTO E PUBLICITÁRIA NAS HORAS VAGAS

www.revistapaisefilhos.com.br

empresas compram slings para presentear

Thursday, November 26th, 2009

Cada vez mais empresas nos procuram para encomendar slings. Seja para clientes, como no caso da Pampers (acima) ou, o que mais tem ocorrido, para presentear funcionárias em licença maternidade. Há projetos muito interessantes, onde as empresas pretendem entregar a cada nova mãe um sling ou uma sacola de presentes contendo, entre outras coisas, um carregador de bebês.

como conciliar maternidade com trabalho?

Friday, November 13th, 2009

 

Na revista Pais e Filhos deste mês saiu uma matéria muito interessante e polêmica com o pediatra José Martins Filho.
http://revistapaisefilhos.terra.com.br/
Nesta entrevista ele cita Winnicott para mostrar a importância do vínculo e contato entre mãe e bebê: “Winnicott diz que o bebê não existe sozinho. O bebê é ele e sua mãe. A criança não sabe que nasceu, ela vive uma simbiose com a mãe. Se você a separa precocemente, isso tem um significado negativo. Quando uma mulher precisa trabalhar, entra em pânico. E eu não quero que as mulheres se sintam culpadas. Quero que elas percebam como é necessário a gente lutar por condições melhores. Tem uma legislação, que também não é cumprida, que diz que empresas com mais de 30 mulheres tem de ter uma creche. Mas o que se faz? Em vez de ter uma creche no local de trabalho, paga-se uma creche muito longe. A mãe não tem como manter a amamentação, a creche perde a função.”
Este artigo me fez lembrar de uma matéria que saiu no Fantástico e que aparece aqui no nosso blog onde uma mãe só retornou ao trabalho quando conseguiu um emprego no qual podia levar o seu bebê e assim trabalhar com ele junto ao seu corpo - não preciso dizer que isso é possível quando a mãe usa o sling, e nesta matéria a mãe estava justamente usando um sling nosso!
Existe também um lindo exemplo de conciliar o trabalho com a maternidade; na redação da revista americana Mothering as mães trabalham com os filhos por perto; veja o slideshow que incrível:

foto da redação Mothering Magazine

reportagem da VEJA: SOCIEDADE DE PEDIATRIA BRASILEIRA

Monday, October 19th, 2009

Bebês O novo “manual de instruções ”

“Papais e mamães, agradeçam aos avanços da pediatria: nunca foi tão simples cuidar das crianças pequenas. Basta estar atento aos sinais que elas nos dão, como mostra o primeiro guia da Sociedade Brasileira de Pediatria

Não faz tanto tempo assim, os manuais para pais de bebês tinham uma rigidez que lembrava a das regras disciplinares do Exército: “Dê de mamar de três em três horas”, “Se a criança não quer ficar no berço, feche a porta e deixe-a chorar”, “Evite ficar com o bebê muito tempo no colo para não mimá-lo demais”. Era um tal de faça isso, não faça aquilo, isso pode, aquilo não, que muitos pais se sentiam impotentes para cumprir tantas normas. Para não falar da ansiedade criada com prazos aparentemente inexplicáveis. Um deles: se o meninão ou a princesinha não tirassem a fralda até os 2 anos, podia ser sinal de que alguma coisa estava errada em seu desenvolvimento. Dois anos! Mas, em meio a tantas revoluções, há uma em curso também na pediatria. Não se via nada igual desde o século XIX, quando a saúde da criança foi transformada em especialidade médica. Os avanços nos conhecimentos sobre a fisiologia e a psicologia infantil e os progressos nos exames de imagem permitiram desvendar boa parte do funcionamento do organismo dos pequenos. E as notícias trazidas pela ciência do bebê são animadoras. “Na verdade, cuidar deles é bem mais simples do que se imaginava”, diz o pediatra Marcelo Reibscheid, médico do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Atualmente, as orientações para a primeiríssima infância baseiam-se, em sua maioria, em sinais emitidos pelos principais interessados. É o caso da fralda. Podem estar certos, mamãe e papai, de que em algum momento, até os 4 anos de idade, o fofinho ou a fofinha começarão a dar sinais de que não precisam mais de um bumbum tão forradinho.

Essa nova e mais serena visão sobre a vida não tão complicada (mas nem por isso muito tranquila) dos bebês está esmiuçada no primeiro guia elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, o mais completo já lançado no Brasil. Publicado pela editora Manole, Filhos, da Gravidez aos 2 anos de Idade tem 376 páginas de pura autoajuda. Está tudo ali: como lidar com o choro, regular o uso da chupeta e aliviar as cólicas do seu queridinho, entre outras recomendações. Um dos capítulos mais interessantes refere-se à amamentação. O guia reforça a importância do aleitamento materno, mas vai além, ao não estabelecer horários pétreos. Seus autores concluíram que, como o leite materno é digerido muito rapidamente e como dois bebês não costumam mamar no mesmo ritmo ou com a mesma intensidade, é impossível fixar um intervalo regular entre as mamadas. O que vale agora é a chamada “mamada guiada” - o bebê determina quando e quanto se alimentar, o que o ajuda também a controlar os mecanismos da saciedade. Quer ter uma ideia da mudança que isso significa? Dê uma folheada em A Vida do Bebê, de autoria do pediatra carioca Rinaldo De Lamare, considerado ainda por muitos a bíblia dos cuidados com os filhos pequenos. Lançado pela primeira vez em 1941, o manual está em sua 42ª edição e já ultrapassou 7 milhões de cópias. Sobre amamentação, a cartilha de De Lamare preconiza que o tempo entre uma mamada e outra deveria ficar entre duas e quatro horas. “Mamada guiada”: sim, você aí, pingando leite, terá de ficar à disposição, na base do “venha a mim a criancinha”.

A partir do momento em que foi possível flagrar o cérebro dos bebês em atividade e acompanhar seu desenvolvimento, os rumos da pediatria mudaram drasticamente. Até o início da década de 80, as orientações dos pediatras aos pais eram feitas, sobretudo, por meio da observação pura e simples do comportamento infantil. As recomendações atuais são mais precisas porque baseadas em informações comprovadas cientificamente. Cólicas, por exemplo: durante muito tempo, acreditou-se que as cólicas que castigam alguns bebês (e seus pais) nos primeiros três meses de vida eram consequência da má digestão. Disso resultavam receitas de remédios antigases. Pois não é nada disso. As dores abdominais são decorrentes da imaturidade do sistema nervoso central, que ainda não consegue coordenar os movimentos peristálticos do intestino. Ou seja, as cólicas são fruto das contrações irregulares da parede intestinal do bebê. Aos 31 anos, a nutricionista Andréa Santa Rosa tem três filhos - Felipe, de 10 meses; Nina, de 4 anos, e Pedro, de 6. As três crianças tiveram cólicas. Apesar da aflição pelo sofrimento que as dores acarretavam nos coitadinhos, Andréa nunca se desesperou. “O fato de eu saber que meus filhos tinham esse desconforto porque o sistema digestivo deles ainda não funcionava adequadamente me deixava menos ansiosa”, diz ela.

A alimentação dos bebês é outro capítulo em que ocorreram mudanças extraordinárias. Foi constatado que, como o sistema imunológico dos pequenos só amadurece por volta dos 2 anos, crianças com até essa idade são mais suscetíveis a alergias. Por isso, ao contrário do que se pregava antes, o leite de vaca deve ser evitado a todo custo, ao menos durante o primeiro ano de vida. E não adianta diluí-lo em água, de forma a torná-lo mais palatável ao bebê. Tal hábito está formalmente condenado pela Academia Americana de Pediatria desde o início dos anos 2000. Explica-se: o leite de vaca (diluído ou não) é riquíssimo em proteínas que o organismo dos bebês não está preparado para processar em quantidades elevadas. Quando as moléculas dessas proteínas caem na corrente sanguínea sem que tenham sido digeridas adequadamente, as células de defesa ainda imaturas do bebê podem identificá-las como agentes agressores e partir para o ataque. Resultado: pode aparecer um quadro de alergia alimentar. A descoberta de como o organismo reage ao leite em seus primeiros anos de vida propiciou o aperfeiçoamento das fórmulas infantis. Além das proteínas modificadas do leite de vaca, as versões mais modernas, lançadas no início dos anos 2000, contêm probióticos, as bactérias do bem que ajudam a regularizar o ritmo dos intestinos e reforçam o sistema imunológico.

Ao assoprar as velinhas de seu segundo aniversário, a criança terá somado cerca de 130 bilhões de neurônios. É a etapa em que o ser humano mais desenvolve células nervosas. Sem as experiências dos primeiros anos de vida, no entanto, eles são um livro praticamente em branco. “Os neurônios precisam de estímulos para que formem conexões fortes e amplas”, diz o pediatra Fernando Fernandes, da Universidade Federal de São Paulo. De acordo com os estudos do economista americano James Heckman, ganhador do Prêmio Nobel de 2000, quanto antes uma criança for estimulada, maior será a chance de ela se tornar um adulto bem-sucedido - com mais recursos cognitivos e emocionais para enfrentar a vida. Por estímulos, entenda-se desde o hábito de contar histórias até ouvir música e brincar com ela. Numa de suas pesquisas, Heckman demonstrou que uma criança de 8 anos que tenha tido sua memória estimulada aos 3, por meio de jogos, domina cerca de 12.000 palavras - o triplo de uma criança da mesma idade que não tenha recebido o mesmo incentivo. Um trabalho conduzido na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelou que os bebês que passam a maior parte de seu primeiro ano de vida no berço, sem muito contato físico com seus familiares, não se desenvolvem normalmente. Eles demoram a sentar e a andar. Ou seja, agrados e carinhos ajudam a fortalecer as conexões entre os neurônios, sobretudo aqueles responsáveis pelo equilíbrio e pela locomoção.

Estímulos em excesso, no entanto, podem fazer mal. Uma criança que é forçada a começar a escrever antes dos 5 anos tende a apresentar problemas de aprendizado. Um dos mais comuns é a troca do “p” pelo “b”. Até que ponto se deve exercitar um bebê? Voltemos aos preceitos da novíssima pediatria moderna: é ele que dará os sinais se papai e mamãe estão exagerando. “O interesse da criança é o melhor indicador da qualidade e da quantidade do estímulo oferecido”, diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Se o garotinho de 3 anos demonstra interesse em aprender a escrever o próprio nome, mas se recusa a se aventurar em outras palavras, os pais não devem forçá-lo. Ele está simplesmente dando a entender que não está maduro o suficiente para ir além. Em meados do século passado, o pediatra e psicanalista inglês Donald Winnicott (1896-1971), um dos pioneiros em ressaltar a importância dos primeiros anos de vida no desenvolvimento emocional do ser humano, costumava dizer que “a maternidade se configura pela capacidade inata de segurar um bebê”. Ao que os especialistas de hoje acrescentariam: e de observá-lo. E de respeitá-lo. Não se sinta excluído: isso também vale para você, papai.”

reportagem escrita por Marcelo Marthe e Naiara Magalhães, revista Veja, 14 de outubro de 2009

slings a caminho da vice-presidência!

Friday, October 10th, 2008

Ela chegou do Alaska, é candidata pelo partido conservador, tem 5 filhos, sendo uma adolescente gravida e esse bebê pequeno no sling. Sarah Palin foi criticada pelas mães americanas (como pode uma mãe dar conta dos filhos e da vice-presidência ao mesmo tempo?), enxotada pela Madonna que a proibiu de assistir a seu show e elevada a feminista de verdade pela Camille Paglia!

Não sei, não… me dá um frio de emoção ver uma mulher almejar um cargo desses… não queria ser filha dela, mas se não existirem mães como elas, como posso olhar nos olhos da minha filha e falar em escolhas?

E o sling? O sling veio pra ficar… aqui em Sampa e até na Casa Branca!